no fim da história, mudei tudo...
comprei um domínio e estou no endereço: www.thiagofloriano.net
espero vocês por lá!
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Energia
O consumo residencial de energia elétrica aumentou 8,4% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Provavelmente isso seja efeito do calor acentuado registrado no período. Mesmo com o horário de verão, se percebe esse aumento no índice de consumo, logo... Deveria-se, prolongar o período de horário diferenciado até realmente acabar o verão - o que só acontece lá por meados de abril.

O consumo exagerado de energia elétrica é prejudicial à natureza e à economia. Além disso, muitos lugares não têm infra-estrutura para agüentar esta super demanda de energia. As quedas na corrente são freqüentes e causam prejuízos à população.

São 19:20 e cadê o sol? Que volte o horário de verão.
Picanha!
Um homem entra num açougue.

- Bom dia, senhor. Por favor, um quilo de picanha.
- Não posso, senhor. Picanha só mediante cadastro.
- Onde faço o cadastro?
- Naquele balcão vermelho, senhor - indica apontando o dedo.

A fila não é das menores, mas o homem está disposto a enfrentá-la, afinal, precisa comprar a bendita picanha.

Quando chega a sua vez a balconista o recepciona.

- Em que posso ajudá-lo, senhor?
- Vim fazer o cadastro pra comprar picanha.
- Ah, sim. Pois bem, - foi tirando papéis de uma pasta daquelas com elástico - o senhor precisa preencher este formulário e trazer identidade, cpf, comprovante de residência e comprovante de renda.
- Comprovante de renda?
- Sim, picanha é apenas para clientes com renda mensal superior a 5 salários mínimos, senhor.
- Mas isso é um absurdo!
- O senhor diz isso porque, provavelmente, não ganha 5 salários mínimos. Se ganhasse saberia que é uma medida importante.
- Eu não acredito, devo estar num pesadelo, só pode.
- Não, senhor, são normas da casa, eu garanto.
- Por favor, chame o gerente!
- Não posso, senhor. Isto é uma determinação direta do conselho deliberativo superior, os sócios da empresa.

O homem baixa a cabeça e sai sem sua picanha.




Entrei numa vídeo-locadora e falei ao atendente:
"o que preciso pra fazer o cadastro de vocês?"
Ele respondeu prontamente
"cpf, rg, comprovante de residência e 2 números de telefone fixo, de blumenau, que as pessoas possam confirmar seus dados"
Saí indignado e determinado a não voltar lá até precisar ver algum filme que não tenha no acervo de nenhuma outra locadora da cidade. Se tudo der certo, a 100% vídeo participará com 0% dos vídeos que eu locar nos próximos anos. E, de preferência, de meus amigos também. Cliente insatisfeito, propaganda imediata!

Do jeito que a coisa anda, daqui a pouco tão pedindo nota fiscal do sabão usado no último banho pra poder provar roupa em loja.
A Federação das Empresas de Transportes de Cargas de Santa Catarina (Fetrancesc) elaborou uma proposta que chama de pedágio social. Consiste na criação de praças de pedágio administradas numa parceria entre investidores, governo e a sociedade. Diferentemente do caso de estradas privatizadas, o dinheiro arrecadado seria integralmente revertido para a manutenção da rodovia.

Seria uma ótima idéia, se a população já não pagasse um número exorbitante de impostos (que deveriam ser revertidos em infra-estrutura) Inclusive, quem possui veículo automotor, paga IPVA, emplacamento, renovação da carteira de motorista...

Em entrevista ao Diário Catarinense de 10/março, o ex-ministro dos Transportes, Cloraldino Severo afirma que: o que não pode acontecer é o governo colocar a obra que construiu com o dinheiro que tira da população nas mãos de empresas que vão cobrar para que as mesmas pessoas passem pela rodovia".

Até que ele está certo, mas criar pedágio seria uma dupla tributação em cima das rodovias... Continua sendo injusto.

"Let me tell you
How it will be.
There's one for you,
Nineteen for me,

'Cause I'm the taxman"
(George Harrison)
O mundo carece de feminilidade *
O mundo tem passado por inúmeras transformações culturais ao longo dos anos. As mulheres têm garantido mais espaço no mercado de trabalho. Têm conseguido mais direitos para igualar-se aos homens nas possibilidades de atuar em diversos campos da sociedade. Isso é ótimo! E é fato.

As lutas iniciadas pelas feministas trouxeram esse benefício para a sociedade. As mulheres abandonaram fogão e tanque de lavar roupa e foram à luta. Saíram das prisões domiciliares e ganharam o mundo. Elas, definitivamente, estão tomando o lugar dos homens nos bancos escolares. Se preparam mais, são mais organizadas e mais eficientes nos estudos.

Mas o feminismo hoje é masculinizado. Não bastou às mulheres conseguir a liberdade masculina, tão almejada. Não bastou conseguir direitos. Não bastou suar a camisa e cair no mercado de trabalho. Tiveram que ir além, e agora estão pegando os vícios masculinos. Vícios antigos, que, hoje, muitos homens têm vergonha de admitir.

As mulheres estão conquistando espaço em áreas que faziam bem em não freqüentar. Estão perdendo a feminilidade. Mulheres no submundo do crime, mulheres infiéis, mulheres extremistas, vulgaridade. Isso não é motivo para se orgulhar, mas elas conseguiram. Será que esse é o preço a se pagar pela eqüidade dos gêneros? O mundo precisa da volta do feminino. Aquele feminino puro, sem malícia, quase angelical. Precisamos que as mulheres continuem livres, mas sem perder a ternura. Precisamos que elas não nos vejam como adversários, mas como complementos. Somos complementares, e não excludentes. Somos homens e mulheres, não leões famintos.

* texto postado em 09/março em sinal de protesto à utilização comercial indiscriminada do dia 08/março como dia da mulher; todo dia é dia da mulher, e do homem também; os dias são da humanidade...
Imposto único... solução?
Coincidência ou não, logo depois de escrever sobre a carga tributária brasileira, encontrei um artigo no jornal A Notícia de segunda-feira, dia 05/março, falando sobre imposto único. O autor é o doutor em economia por Harvard, professor e vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas, Marcos Cintra.

Cintra discorre sobre o sistema de unificação dos impostos federais, o Supersimples. Embora defenda a idéia de um imposto único, o professor demonstra preocupação em relação à maneira como está sendo criada a unificação dos tributos.

Segundo ele, a forma mais correta seria utilizar o CPMF como tributação única, uma vez que, ao invés dos outros modelos em prática hoje, não é declaratório. Talvez seja realmente uma saída tributar a movimentação bancária, ao invés de esperar declarações de renda (pessoas físicas) ou de faturamento (pessoas jurídicas).

Para quem interessar possa, o livro “Tributação no Brasil e o Imposto Único” está disponibilizado no site do professor, em www.marcoscintra.org.

Seria o imposto único a solução contra sonegação e evasão fiscal?
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